sexta-feira, 25 de abril de 2008

Resumo - Grupo do Ulisses

Raios X

Os raios X foram detectados pela primeira vez, acidentalmente, em 1895 por Wilhelm Conrad Röntgem. Ele fazia uma experiência em que passava uma corrente elétrica por um tubo de vidro cheio de gases. Röntgem percebeu que, acionada a corrente, uma placa de platinocianeto próxima ao tubo se iluminava.

Experimentou colocar uma série de objetos entre a placa e o tubo, mas a luminescência prosseguiu mesmo assim. Concluiu então que quem produzia a luz era alguma radiação emitida pelo tubo. Descobriu, também, que aquela irradiação ionizava o ar e podia impressionar filmes fotográficos.

Dessa descoberta surgiu a primeira radiografia da história: após irradiar a mão de sua mulher , que estava sobreposta a uma chapa fotográfica, por quinze minutos, obteve uma foto dos ossos da mão da mulher.

Essa radiação foi chamada de “X”, por causa de sua natureza desconhecida, e valeu à Röntgem um Prêmio Nobel. Hoje sabemos que a radiação X é produzida pela oscilação de elétrons das camadas mais internas dos átomos ou pela colisão de partículas carregadas com alvos metálicos.

É assim que funcionam os aparelhos de radiografia: uma corrente de elétrons acelerados termicamente produzida por um cátodo é lançada em direção a um ânodo de tungstênio. O choque dos elétrons contra o alvo produz uma grande quantidade de energia, expressa pela chamada radiação de freio. Esse processo pode gerar ondas eletromagnéticas de diversos comprimentos, o que depende da energia inicial do feixe de elétrons. A produção dos raios X demanda milhares de volts em forma de potencial de aceleração. Tudo isso ocorre dentro de um tubo metálico evacuado, e o sistema é resfriado através da ligação da placa de tungstênio a um bloco de cobre imerso em óleo.

A razão do uso desse aparelho mostrar os ossos é o fato que esses são compostos por átomos mais pesados, que absorvem maior parte da radiação. Os tecidos moles possuem apenas átomos leves, e adquirem uma discreta coloração cinza-escuro. É interessante observar que quanto mais nítido um objeto numa chapa mais radiação ele absorve.

Vídeos:
http://br.youtube.com/watch?v=P2ESs1rPO_A&feature=related - Simulação de uma "explosão" de raios gama. O grupo não obteve certeza total sobre o assunto, mas tudo indica que são partículas subatômicas interagindo até gerar a explosão.

http://br.youtube.com/watch?v=nBaQXGVeymk
- Vídeo em inglês explicando o funcionamento e atuação dos raios-X. Não há qualquer legenda, porém será providenciada logo. O interessante do vídeo é o fato do demonstrador não possuir qualquer tipo de proteção.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Resumo - Grupo da Camila

Resumo de ondas de rádio e microondas

Propagada por uma antena, as ondas de rádio são ondas eletromagnéticas com diferentes freqüências, ao sintonizar em uma dessas freqüências é possível captar um sinal.

No radio é possível captar 2 tipos de sinal: o FM (que transmitem em uma banda de freqüência entre 88 e 108 megahertz) e o AM (confinada em uma banda que vai de 535 a 1700 kilohertz).

Nós utilizamos essas ondas nas emissões de rádio e televisão.

Geradas por osciladores eletrônicos, as microondas são ondas eletromagnéticas com comprimento diferente das ondas de rádio ou dos raios infravermelhos.

Tendo maior freqüência, terá maior energia, penetrará mais e vi gerar mais calor.

As microondas estão presentes no forno de microondas, nas transmissões para satélites de comunicações, em radares, nas redes locais sem-fio e na televisão a cabo e interne de banda larga.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Resumo - Grupo do Bruno Pereira

Introdução

Você provavelmente já ouviu falar da rádio AM, rádio FM, VHF, UHF, rádio CB, rádio de ondas curtas e assim por diante. Você sabe o que esses nomes realmente significam? Qual é a diferença entre eles?

Neste artigo, vamos entender como funcionam as ondas de rádio.

Freqüências de rádio

Uma onda de rádio é uma onda eletromagnética propagada por uma antena. As ondas de rádio têm diferentes freqüências e, ao sintonizar um receptor de rádio em uma freqüência específica, é possível captar um sinal.

Nos Estados Unidos, a FCC (Federal Communications Commission) é o orgão regulador da radiodifusão. O órgão equivalente no Brasil é a ANATEL. Consulte Como funciona o rádio para obter mais informações sobre as ondas de rádio.

Ao ouvir uma estação de rádio, o locutor anuncia: "você está ouvindo a 91.5 FM WRKX Rock". Isso quer dizer que você está ouvindo uma estação de rádio transmitida por um sinal FM na freqüência de 91.5 megahertz, com as letras WRKX atribuídas pela FCC. Megahertz significa "milhões de ciclos por segundo", então "91.5 megahertz" significa que o transmissor da estação de rádio oscila numa freqüência de 91.500.000 ciclos por segundo. Sua rádio FM (frequência modulada) pode sintonizar esta frequência específica e receber o sinal de uma estação. Todos as estações FM transmitem em uma banda de frequência entre 88 e 108 megahertz. Esta banda do espectro eletromagnético é utilizada somente para transmissão de rádio FM.

Já a rádio AM é confinada em uma banda que vai de 535 a 1.700 kilohertz (kilo significa "milhares", então seriam 535 mil até 1.700.000 ciclos por segundo). Se o locutor de uma rádio AM (amplitude modulada) diz: "esta é a AM 680 WPTF", quer dizer que é uma estação de rádio transmitindo sinal AM em 680 kilohertz e com as letras WPTF atribuídas pela FCC.

As bandas de freqüência mais comuns são:

  • rádio AM - 535 kilohertz a 1.7 megahertz
  • rádio de ondas curtas - 5.9 megahertz a 26.1 megahertz
  • rádio CB - 26.96 megahertz a 27.41 megahertz
  • canais de TV - 54 a 88 megahertz do canal 2 até o 6
  • rádio FM - 88 megahertz a 108 megahertz
  • canais de TV - 174 a 220 megahertz do canal 7 até o 13

Um aspecto interessante das ondas de rádio é que cada tecnologia wireless tem a sua pequena faixa de banda disponível. Existem centenas delas. Por exemplo:

Por que a banda da rádio AM vai de 550 a 1.700 kilohertz enquanto a banda da rádio FM vai de 88 a 108 megahertz? Estas escolhas são aleatórias e estão relacionadas com a história.

A rádio AM é mais antiga do que a FM. As primeiras transmissões de rádio aconteceram em 1906 e a alocação de freqüências para a rádio AM ocorreu nos anos 20 (antes mesmo da fundação da FCC). Nesta época, as rádios e a capacidade dos equipamentos eletrônicos eram muito limitadas, por isso a rádio AM só captava baixas freqüências.

Os canais de TV praticamente não existiam até 1946, ano em que a FCC começou a estabelecer a banda de transmissão para as televisões. Em 1949, um milhão de pessoas tinham televisões e, em 1951, esse número aumentou para 10 milhões em toda a América.

A rádio FM foi inventada por um homem chamado Edwin Armstrong. O objetivo era transmitir música em alta fidelidade e sem a interferência de eletricidade estática. Ele construiu a primeira estação em 1939, mas a rádio FM só se tornou popular na década de 60. Por isso, as freqüências da rádio FM são mais altas.

Scanners de rádio

A maioria das rádios que você conhece tem uma única finalidade. Por exemplo: uma rádio AM pode ouvir estações AM nas freqüências de 535 kilohertz a 1.7 megahertz, nada mais além disso. Uma rádio FM também só pode sintonizar estações FM nas freqüências de 88 a 108 megahertz. As rádios CB podem ouvir somente 40 canais dedicados aos cidadãos e nada mais. Mas os scanners de rádio são diferentes.

Os scanners de rádio são receptores que podem captar uma grande largura de freqüência e dessa forma você pode ouvir todo tipo de sinais de rádio. Geralmente, são utilizados pela polícia ou pelos bombeiros em situações de emergência, mas pode-se usar um scanner de rádio para ouvir muitos tipos de conversa. Você tem duas opções:

  • Configurar o scanner para fazer uma varredura em uma faixa de frequências e parar quando detectar um sinal. Você pode até ouvir o que a polícia está fazendo se você souber a faixa de freqüência utilizada por eles. Quando uma viatura faz uma chamada para informar um problema, a rádio capta esta freqüência e você pode ouvir a conversa.

  • Configurar o scanner para uma frequência específica e ouvir este canal. Por exemplo: você quer ouvir as transmissões entre a torre de controle e os aviões no aeroporto. Você pode fazer isso escutando a freqüência específica utilizada pelo aeroporto. Um scanner de rádio pode captar uma grande faixa de freqüências e com isso você pode sintonizar quase tudo que está no ar.

Para utilizar um scanner, você precisa ter uma boa tabela de freqüências para saber onde a ação acontece.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Resumo - Grupo da Camila

Microondas (também designadas SHF - Super High Frequency) são ondas electromagnéticas com comprimentos de onda maiores que os dos raios infravermelhos, mas menores que o comprimento de onda das ondas de rádio variando, consoante os autores, de 10 cm (3 GHz de frequência) até 1 mm (30 GHz de frequência). Elas são geradas através de transistores de efeito de campo, transístores bipolares e dispositivos a válvula ou válvulas termiônicas.

Estas ondas são geradas por osciladores eletrônicos – as válvulas e sua freqüência estão relacionadas com a capacidade de transportar energia. Quanto maior for a freqüência, maior será a energia, maior será a penetração e maior o calor gerado.

Em resumo, a energia enfeixada nestas ondas eletromagnéticas, vibrando a uma ultra freqüência e movimentando-se à velocidade da luz, gera, como efeito resultante da absorção desta energia, a mudança da estrutura molecular do substrato e o aumento da temperatura de dentro para fora.

Reusmo - Grupo do Diego Nunes

Grupo: Diego Nunes, João Luís, Lucas Martins e Rafael de Cunto. | 2° A

O que fizemos: Nessa segunda semana, decidimos pesquisar sobre os raios infravermelhos. Cada um pesquisou um pouco e foi montada essa pesquisa. Iremos ainda consertar no nosso seminário aquilo que o professor pediu no comentário que ele fez na primeira semana. Os vídeos estão sendo um pouco difícieis de se achar, mas tentaremos mais.

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INFRAVERMELHO

Figura de um cão visto por infravermelho: http://i30.tinypic.com/aag70i.jpg

O que é:

Radiação infravermelha é uma parte da radiação eletromagnética cujo comprimento de onda é maior que o da luz visível ao olho do ser humano, porém menor que o das microondas e tem menor frequência que a da luz visível e maior que a das microondas.

No espectro eletromagnético, os infravermelhos se subdividem em infravermelhos curtos (0,7-5 µm), infravermelhos médios (5-30 µm) e infravermelhos largos (30-1000 µm). Entretanto, esta classificação não é precisa porque em cada área de utilização, se tem uma idéia diferente dos limites dos diferentes tipos. Os infravermelhos estão associados ao calor porque os corpos na temperatura normal emitem radiação térmica no campo dos infravermelhos.

Como foi descoberto:

O infravermelho foi descoberto em 1800 por William Herschel, um astrônomo inglês de origem alemã. Hershell colocou um termômetro de mercúrio no espectro obtido por um prisma de cristal com a finalidade de medir o calor emitido por cada cor. Descobriu que o calor era mais forte ao lado do vermelho do espectro, observando que ali não havia luz. Esta foi a primeira experiência que demonstrou que o calor pode ser captado em forma de imagem, como acontece com a luz visível.

Aplicações:

As radiações infravermelhas são utilizadas nos controles remotos dos aparelhos de televisão, de portas de automóveis, etc.

Existem certas películas que são sensíveis a estas radiações, sendo utilizadas para fotografar objectos no escuro. Alguns satélites, em órbita da Terra, tiram fotografias de infravermelhos do nosso planeta. Essas fotografias podem detectar movimentos de corpos, por exemplo o lançamento de mísseis, bem como o movimento de nuvens que são uma ajuda preciosa para os metereologistas.

Existem mísseis que se orientam em função da posição de fontes de calor e que são guiados por IV, lasers de IV e telescópios de IV que procuram melhor conhecimento do cosmos.

Os raios infravermelhos são também utilizados no tratamento de doenças, devido ao seu elevado poder térmico.

Resumo - Grupo do Ulisses

A radiação gama é o gênero de onda eletromagnética de menor comprimento de onda conhecido, chegando a medir algo na ordem de 10 à -18 metros. Conseqüentemente esse tipo de radiação possui uma altíssima freqüencia.

Os raios gamas são gerados pela desintegração de isótopos radioativos, processos subatômicos e fênomenos astrofísicos. Possuem uma grande quantidade de energia e são capazes de penetrar profundamente na matéria.

Por essa razão são muito usados na esterelização de certos materiais cirúrgicos e na rádiomedicina, onde possibilitam alguns tipos de exames e, quando bem direcionados e controlados, combatem o câncer.

Este tipo de radiação é, no entanto, quando não controlado, cancerígena.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Grupo do Diego Matheus

Ondas eletromagnéticas

Produzidas pela vibração de cargas elétricas (não necessita de meio material para se propagar).

A onda eletromagnética compreende uma ampla variedade de ondas: ondas sonoras, ondas de calor, ondas luminosas, ondas Hertzianas ( conhecidas como ondas de radio freqüência e vulgarmente como ondas de radio ), ondas de raios X e diversas outras ondas.

Para entender o conceito, é importante conhecer um breve histórico do desenvolvimento da eletricidade e do magnetismo. Na primeira metade do século XIX era conhecido que fios transmitindo correntes elétricas produziam um campo de indução ao redor do fio, o qual é capaz de causar ações sobre curtas distancias. Também era conhecido que este campo de indução é um campo magnético, e este conhecimento formou a base para os motores elétricos. Em 1887, o físico alemão Heinrich Hertz demonstrou que sinais de radio são ondas eletromagnéticas, que nem a luz. Assim como o campo de indução, a onda eletromagnética é criada por uma corrente elétrica movendo em um condutos ( ex. fio de cobre ). Diferente do campo de indução entretanto, o campo irradiado sai do condutor e se propaga através do espaço como uma onda eletromagnética.

Existem duas propriedade relacionadas a todas as ondas que são muito importantes as ondas de radio também : freqüência ( f ) e comprimento de onda ( λ ). A freqüência é o numero de oscilações ( ou ciclos ) por unidade de tempo. Nas ondas de radio, a unidade de tempo utilizada é o segundo, logo, a freqüência é uma expressão do numero de ciclos por segundo ( cps ). Se o período de tempo necessário para a onda se deslocar do ponto A para o B é um segundo ( 1 s ), e existem dois ciclos completos neste espaço, então a freqüência da onda criada é 2 cps.

No inicio, as freqüência de radio ( assim como as freqüência de outras ondas elétricas e acústicas ) eram expressadas em cps, mas em honra ao físico Heirich Hertz, a unidade foi renomeada para Hertz ( Hz ) muitos anos atrás. Devido as unidades serem iguais ( 1 Hz = 1 cps ), a onda imaginária no nosso exemplo tem freqüência de 2 Hz.

Devido as freqüências de radio serem altas, a freqüência é geralmente expressa em kilohertz ( kHz - 1000s de Hz ) e megahertz ( MHz - 1.000.000s de Hz ). Logo, a freqüência de uma estação operando no meio da banda de radiodifusão AM pode ser expressa como 1.000.000 Hz, ou 1000 kHz ou 1 MHz, todos equivalentes entre si.

Os dials ( mostradores de freqüência dos receptores ) fabricados nos Eua são normalmente calibrados em kHz ou MHz. Na Europa e em algumas outras partes do mundo, por outro lado, não é raro encontrar dials calibrados em metros, a unidade do comprimento de onda, assim como a freqüência.

O comprimento de onda de qualquer onda é a distancia entre os picos da forma de onda. Podemos também medir a mesma distancia entre sucessivos picos negativos (inferiores), ou entre duas características similares em ondas sucessivas. Em radio, o comprimento de onda do sinal é expresso em metros. O comprimento de onda é proporcional ao inverso da freqüência. O comprimento de onda de qualquer onda é relacionado a freqüência logo : fλ = v , onde f é a freqüência em Hz, λ é o comprimento de onda em metros, e v é a velocidade da propagação em metros por segundo ( m/s ). Devido às ondas de radio propagaram a velocidade da luz ( o que é naturalmente também uma onda eletromagnética ) - aproximadamente 300.000.000 m/s tanto no espaço livre e na atmosfera - a letra minúscula c é usada para representar a velocidade ( ao invés de v ). Assim, podemos reescrever esta expressão na forma :

fHz = c / λmetros = 300.000.000 / λmetros

Podemos simplificar e abreviar utilizando as unidades kHz e MHz :

FkHz = 300.000 / λmetros

fMHz = 300 / λmetros

Utilizando as expressões acima, podemos calcular o comprimento de onda para diversas freqüências diferentes como exemplo : 100 kHz, 1 MHz ( na banda de Ondas Medias ), 10 MHz ( já nas Ondas Curtas ), e 1000 MHz ( faixa de microondas ). São respectivamente 3000 m ( 100 kHz ), 300 m ( 1 MHz ), 30 m ( 10 MHz ) e 0.3 m, ou 30 cm (1000 MHz).

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Resumo - Grupo da Camila

Ondas de rádio

Aplicações:

Estas ondas são utilizadas para emissões de rádio e televisão, radares e pela polícia para medir a velocidade dos automóveis.

Microondas

Aplicações

Forno de microondas

Forno de microondas

* Um forno de microondas usa um gerador de microondas do tipo magnetron para produzir microondas em uma freqüência de aproximadamente 2,45 GHz para cozinhar os alimentos. As microondas cozinham os alimentos, fazendo com que as moléculas de água e outras substâncias presentes nos alimentos vibrem. Esta vibração cria um calor que aquece o alimento. Já que a maior parte dos alimentos orgânicos é composta de água, este processo os cozinha facilmente.

* Microondas são usadas nas transmissões para um satélite de comunicações, porque as microondas atravessam facilmente a atmosfera terrestre, com menos interferência do que ondas mais longas. Além disso, as microondas permitem uma maior largura de banda do que o restante do espectro eletromagnético.

* O Radar também usa radiação em microondas para detectar a distância, velocidade e outras características de objetos distantes.

* Redes Locais sem-fio, tais como Bluetooth, WIFI, WiMAX e outros usam microondas na faixa de 2,4 a 5,8 GHz. Alguns serviços de acesso à Internet por rádio também usam faixas de 2,4 a 5,8 GHz.

* TV a cabo e Internet de banda larga por cabo coaxial, bem como certas redes de telefonia celular móvel, também usam as freqüências mais baixas das microondas.

* Microondas podem ser usadas para transmitir energia a longas distâncias e, após a 2ª Guerra Mundial, têm sido realizadas diversas pesquisas para verificar essas possibilidades. A NASA realizou pesquisas, durante os anos 1970/80, sobre o uso de Satélites de Energia solar que captariam as emissões solares e as retransmitiriam para a superfície da Terra por meio de microondas.

* Um maser é um dispositivo semelhante ao laser, exceto pelo fato de que trabalha na faixa das microondas, em lugar da luz visível.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Resumo - Grupo da Letícia

2º A

Grupo:

Felipe Reis

Lígia Castro

Karla Vicentim

Letícia Borges

Na primeira semana, a idéia do trabalho foi desenvolvida dividindo uma parte para cada pessoa.

Na segunda semana, o grupo já tinha se encontrado e tinha juntado todas as pesquisas que cada um fez individualmente. O trabalho já está quase pronto faltando apenas organizar os tópicos e organizar melhor o trabalho.

Nessa semana, o grupo vai se encontrar para a conclusão do trabalho.

Resumo - Grupo do André

INTRODUÇÃO:
A Radiação eletromagnética é uma combinação de um campo elétrico e de um campo magnético que se propagam através do espaço transportando energia. A luz visível é uma das partes da radiação eletromagnética. O estudo das radiações eletromagnéticas designa-se eletrodinâmica, uma disciplina do eletromagnetismo.

Foi demonstrada experimentalmente por Heinrich Rudolf Hertz em 1887. Quando um fio de cobre conduz corrente alternada é emitida radiação eletromagnética à mesma frequência que a corrente elétrica. Dependendo das circunstâncias, esta radiação pode comportar-se como uma onda ou como uma partícula.

Quando a radiação eletromagnética atravessa um condutor eléctrico induz uma corrente elétrica no condutor. Este efeito é utilizado nas antenas.
André Marotta Pegolar 04
Bruno de Castro Inokawa 07
Bruno Lemos Galdino 08
Rodrigo Souto Ferreira 32
2º ano A - Ensino Médio

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Relatório - Grupo do Alfredo

Relatório Semanal.

Segunda Semana.

Grupo: Alfredo

Bruno P.

Bruno W.

Gustavo

Números: 1; 9; 10; 14.

Série: 2° Ensino Médio A

Nesta segunda semana o nosso grupo assim como na semana passada está focando as forças nas pesquisas para o melhor desenvolvimento do nosso seminário. Estamos tentando obter o melhor conteúdo (em termos de informações, imagens, etc.) para a apresentação e ao mesmo tempo estamos tentando eliminar alguns tipos de informações que o grupo considera não ser tão importante, para que o nosso trabalho possa se desenvolver de uma maneira mais eficiente, sem que o mesmo fique cansativo para ser apresentado e para ser feito.

Com esse tipo de atitude esperamos que essa eficiência no decorrer do trabalho tornando o mesmo eficaz para a nossa avaliação e aprendizado.

E assim nós concluímos essa segunda semana!

Relatório - Grupo da Camila

Ondas eletromagnéticas:

O que são ondas de rádio?

Uma onda de rádio é uma onda eletromagnética propagada por uma antena. As ondas de rádio têm diferentes freqüências e, ao sintonizar um receptor de rádio em uma freqüência específica, é possível captar um sinal.

Nos Estados Unidos, a FCC (Federal Communications Commission) é o orgão regulador da radiodifusão. O órgão equivalente no Brasil é a ANATEL. Ao ouvir uma estação de rádio, o locutor anuncia: "você está ouvindo a 91.5 FM WRKX Rock". Isso quer dizer que você está ouvindo uma estação de rádio transmitida por um sinal FM na freqüência de 91.5 megahertz, com as letras WRKX atribuídas pela FCC. Megahertz significa "milhões de ciclos por segundo", então "91.5 megahertz" significa que o transmissor da estação de rádio oscila numa freqüência de 91.500.000 ciclos por segundo. Sua rádio FM (freqüência modulada) pode sintonizar esta freqüência específica e receber o sinal de uma estação. Todas as estações FM transmitem em uma banda de frequência entre 88 e 108 megahertz. Esta banda do espectro eletromagnético é utilizada somente para transmissão de rádio FM.

Já a rádio AM é confinada em uma banda que vai de 535 a 1.700 kilohertz (kilo significa "milhares", então seriam 535 mil até 1.700.000 ciclos por segundo). Se o locutor de uma rádio AM (amplitude modulada) diz: "esta é a AM 680 WPTF", quer dizer que é uma estação de rádio transmitindo sinal AM em 680 kilohertz e com as letras WPTF atribuídas pela FCC.

Resumo - Grupo da Ana Flávia

Infravermelho

Em Química e Física o termo espectroscopia é a designação para toda técnica de levantamento de dados físico-químicos através da transmissão, absorção ou reflexão da energia radiante incidente em uma amostra.

Por extensão, o termo espectroscopia ainda é usado na técnica de espectroscopia de massas, onde íons moleculares monovalentes são defletidos por um campo magnético.

O resultado gráfico de uma técnica espectroscópica qualquer é chamado espectro. Sua impressão gráfica pode ser chamada espectrograma ou, por comodidade, simplesmente espectro.

A espectroscopia de infravermelho (espectroscopia IV) é um tipo de espectroscopia de absorção a qual usa a região do infravermelho do espectro eletromagnético.

Como as demais técnicas espectroscópicas, ela pode ser usada para identificar um composto ou investigar a composição de uma amostra.

A interação de microondas com moléculas que possuem momento dipolar permanente geram alterações detectáveis no comportamento rotacional dessas moléculas e através destas alterações podemos determinar parâmetros que definem a geometria molecular. Se começarmos a diminuir o comprimento de onda da radiação eletromagnética, atingiremos uma região conhecida como região do infravermelho. Este tipo de radiação, quando interage com moléculas, produz alteração no comportamento vibracional e rotacional da mesma e com esta perturbação poderemos obter alguma informação sobre a geometria molecular.

A espectroscopia no infravermelho se baseia no fato de que as ligações químicas das substâncias possuem freqüências de vibração específicas, as quais correspondem a níveis de energia da molécula (chamados nesse caso de níveis vibracionais). Tais freqüências dependem da forma da superfície de energia potencial da molécula, da geometria molecular, das massas dos átomos e eventualmente do acoplamento vibrônico.

Se a molécula receber luz com 'exatamente' a mesma energia de uma dessas vibrações, então a luz será absorvida desde que sejam atendidos a determinadas condições. Para que uma vibração apareça no espectro IV, a molécula precisa sofrer uma variação no seu momento dipolar durante essa vibração. Em particular, na aproximação de Born-Oppenheimer e aproximações harmônicas, isto é, quando o hamiltoniano molecular correspondente ao estado padrão eletrônico pode ser aproximado por um oscilador harmônico quântico nas vizinhanças da geometria molecular de equilíbrio, as freqüências vibracionais de ressonância são determinadas pelos modos normais correspondentes à superfície de energia potencial do estado eletrônico padrão. Não obstante, as freqüências de ressonância podem ser em uma primeira aproximação relacionadas ao comprimento da ligação e às massas dos átomos em cada ponta dela. As ligações podem vibrar de seis modos: estiramento simétrico, estiramento assimétrico, tesoura, rotação, wag e twist.

A fim de se fazer medidas em uma amostra, um raio monocromático de luz infravermelha é passada pela amostra, e a quantidade de energia absorvida é registrada. Repetindo-se esta operação ao longo de uma faixa de comprimentos de onda de interesse (normalmente 4000-400 cm-1) um gráfico pode ser construído. Quando olhando para o gráfico de uma substância, um usuário experiente pode identificar informações dessa substância nele.

Esta técnica trabalha quase que exclusivamente em ligações covalentes, e é de largo uso na Química, especialmente na Química orgânica. Gráficos bem resolvidos podem ser produzidos com amostras de uma única substância com elevada pureza. Contudo a técnica costuma ser usada para a identificação de misturas bem complexas.

A espectroscopia no infravermelho é largamente usada tanto na indústria quanto na pesquisa científica pois ela é uma técnica rápida e confiável para medidas, controle de qualidade e análises dinâmicas. Os instrumentos agora são pequenos, e podem ser transportados, mesmo para medidas de campo. Com a crescente tecnologia em filtragem computacional e manipulação de resultados, agora as amostras em solução podem ser medidas com precisão (a água produz uma banda larga de absorbância na faixa de interesse, o que daria um espectro ilegível sem esse tratamento computacional). Algumas máquinas até mesmo dirão automaticamente que substância está sendo analisada a partir de milhares de espectros de referência armazenados na memória.

Medindo-se a uma freqüência específica ao longo do tempo, mudanças no caráter ou na quantidade de uma ligação em particular podem ser medidas, isso é especialmente útil na medida do grau de polimerização na manufatura de polímeros. As máquinas modernas podem tirar medidas na faixa de interesse freqüentemente, como 32 vezes por segundo. Isso pode ser feito enquanto se fazem medidas simultâneas com outras técnicas. Isso faz com que as observações de reações químicas sejam processadas mais rapidamente, de forma mais precisa e mais exata.

Os compostos orgânicos também absorvem radiações na região do infravermelho (IV) do espectro . A radiação infravermelha não tem energia suficiente para excitar os elétrons e provocar transições eletrônicas, mas ela faz com que os átomos ou grupos de átomos vibrem com maior rapidez e com maior amplitude em torno das ligações covalentes que os unem. Estas vibrações são quantizadas e, quando ocorrem, os compostos absorvem energia IV em certas regiões do espectro. Nas vibrações, as ligações covalentes comportam-se como se fossem pequenas molas unindo os átomos. Quando os átomos vibram, só podem oscilar com certas frequências, e as ligações sofrem várias deformações. Quando a ligação absorve energia, ela sofre alterações e, ao retornar ao estado original, libera essa energia, que então é detectada pelo espectrômetro. As moléculas podem vibrar de muitos modos. Dois átomos unidos por uma ligação covalente podem efetuar vibrações de estiramento dessa ligação, como se fosse uma mola que estica e retorna ao tamanho original. Três átomos também podem efetuar diferentes vibrações de estiramento e alteração dos ângulos de ligação, em vários planos do espaço. No entanto, as vibrações de estiramento são as mais importantes.

A radiação infravermelha é outra espécie de radiação eletromagnética cujo espectro começa num dos limites do espectro da luz (o vermelho) e se estende até à zona das ondas hertzianas (radar, televisão, rádio). É caracterizada por um comprimento de onda compreendido entre cerca de 800 e 105 nm. Nas moléculas, os átomos e os grupos atômicos estão em contínuo movimento, uns em relação aos outros (vibrações moleculares). Quando elas são sujeitas a radiação com energia semelhante à correspondente a essas vibrações (radiação infravermelha), as moléculas podem alterar o seu estado de vibração (excitação), absorvendo a radiação correspondente à diferença de energia entre o estado inicial e o estado excitado. Como não é possível a uma molécula vibrar de qualquer modo, mas apenas de alguns modos, a absorção da radiação ocorre apenas para determinados valores da energia, valores estes que são característicos das moléculas. Assim, através da comparação dos valores de energia da radiação infravermelha para os quais há absorção, é possível identificar as moléculas ou os tipos de moléculas presentes nas amostras. A espectrofotometria infravermelho próximo oferece um método rápido de análise química que fornece, em segundos, resultados de múltiplas propriedades em amostras não preparadas.

• Usos e aplicações A espectroscopia no infravermelho é largamente usada tanto na indústria quanto na pesquisa científica pois ela é uma técnica rápida e confiável para medidas, controle de qualidade e análises dinâmicas. Os instrumentos agora são pequenos, e podem ser transportados, mesmo para medidas de campo. Com a crescente tecnologia em filtragem computacional e manipulação de resultados, agora as amostras em solução podem ser medidas com precisão (a água produz uma banda larga de absorbância na faixa de interesse, o que daria um espectro ilegível sem esse tratamento computacional). Algumas máquinas até mesmo dirão automaticamente que substância está sendo analisada a partir de milhares de espectros de referência armazenados na memória. Medindo-se a uma freqüência específica ao longo do tempo, mudanças no caráter ou na quantidade de uma ligação em particular podem ser medidas, isso é especialmente útil na medida do grau de polimerização na manufatura de polímeros. As máquinas modernas podem tirar medidas na faixa de interesse freqüentemente, como 32 vezes por segundo. Isso pode ser feito enquanto se fazem medidas simultâneas com outras técnicas. Isso faz com que as observações de reações químicas sejam processadas mais rapidamente, de forma mais precisa e mais exata.

Luz Visível

A luz na forma como a conhecemos é uma gama de comprimentos de onda que o olho humano é sensível. Trata-se de uma radiação electromagnética pulsante ou num sentido mais geral, qualquer radiação electromagnética que se situa entre as radiações infravermelhas e as radiações ultravioletas. As três grandezas físicas básicas da luz (e de toda a radiação electromagnética) são: brilho (ou amplitude), cor (ou frequência), e polarização (ou ângulo de vibração). Devido à dualidade onda-partícula, a luz exibe simultaneamente propriedades de ondas e partículas.

Um raio de luz é a representação da trajetória da luz em determinado espaço, e sua representação indica de onde a luz sai (fonte) e para onde ela se dirige. O conceito de raio de luz foi introduzido por Alhazen. Propagando-se em meio homogêneo, a luz sempre percorre trajetórias retilíneas; somente em meios não-homogêneos é que a luz pode descrever "curva".

As fontes de luz visível dependem essencialmente do movimento de elétrons. Os elétrons nos átomos podem ser elevados de seus estados de energia mais baixa ate os de energia mais alta por diversos métodos, tais como aquecendo a substancia ou fazendo passar uma corrente elétrica através dela.Quando os elétrons eventualmente retornam a seus níveis mais baixos, os átomos emitem radiação que pode estar na região do visível do espectro.

A fonte mais familiar de luz visível é o Sol. Sua superfície emite radiação através de todo o espectro eletromagnético, mas sua radiação mais intensa está na região que definimos como visível, e a intensidade radiante do sol tem valor de pico num comprimento de onda de cerca de 550nm, isso sugere que nossos olhos se adaptaram ao espectro do Sol.

Todos os objetos emitem radiação magnética, denominada radiação térmica, devido à sua temperatura. Objetos tais como o Sol, cuja radiação térmica é visível, são denominados incandescentes. A incandescência geralmente está associada a objetos quentes; tipicamente, são necessárias temperaturas que excedam a 1.000°C.

Também é possível que a luz seja emitida de objetos frios; esse fenômeno é chamado luminescência. Os exemplos incluem as lâmpadas fluorescentes, relâmpago, mostradores luminosos, e receptores de televisão. A luminescência pode ter várias causas. Quando a energia que excita os átomos se origina de uma reação química, é denominada quimiluminescência. Quando ocorre em seres vivos, tais como vagalumes e organismos marinhos, é chamado de bioluminescência. A luz também pode ser emitida quando certos cristais (por exemplo o açúcar) são comprimidos, chama-se triboluminescência.

A espectroscopia no ultravioleta visível (UV/VIS) envolve a espectroscopia de fótons (espectrofotometria). Ela utiliza luz na faixa do visível, do ultravioleta (UV) próximo e do infravermelho próximo. Nessas faixas de energia as moléculas sofrem transições eletrônicas moleculares.

A espectrofotometria é o método de análises óptico mais usado nas investigações biológicas e fisico-químicas. O espectrofotômetro é um instrumento que permite comparar a radiação absorvida ou transmitida por uma solução que contém uma quantidade desconhecida de soluto, e uma quantidade conhecida da mesma substância.

Todas as substâncias podem absorver energia radiante, mesmo o vidro que parece completamente transparente absorve comprimentos de ondas que pertencem ao espectro visível. A água absorve fortemente na região do infravermelho.

A absorção das radiações ultravioletas, visíveis e infravermelhas dependem das estruturas das moléculas, e é característica para cada substância química.

Quando a luz atravessa uma substância, parte da energia é absorvida: a energia radiante não pode produzir nenhum efeito sem ser absorvida.

A cor das substâncias se deve a absorção de certos comprimentos de ondas da luz branca que incide sobre elas, deixando transmitir aos nossos olhos apenas aqueles comprimentos de ondas não absorvidos.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Resumo - Gabriel, Guilherme R, Guilherme J, Ulisses e Victor

Resumo semanal – 1ª semana

Gabriel Prestes – nº 15

Guilherme Reis – nº16

Guilherme José – nº 17

Ulisses Lakatos – nº 35

Victor Irokawa – nº 36

Radiação ultravioleta

A radiação ultravioleta (UV) é uma radiação eletromagnética cujas ondas possuem comprimento de onda menor que o da luz visível e maior do que o raio X. É essencial para a preservação do calor terrestre, todavia os buracos na camada de ozônio permitem que esses raios cheguem sem qualquer barreira na Terra, podendo gerar graves problemas às espécies terrestres. Um dos principais danos é o câncer de pele.

A radiação UV pode ser dividida em UV próximo, cujo comprimento de onda oscila entre 380 e 200 nanômetros (nm). São chamadas assim por possuírem comprimento de onda muito próximo ao da luz visível. Existe também a UV distante, cujo comprimento de onda varia entre 200 e 10 nm, e UV extremo, com comprimento de onda em torno de 1 a 31 nm.

As ondas cujos efeitos incidem sobre o corpo humano e o meio ambiente propriamente dito são classificadas em UVA, UVB e UVC. As radiações UVAs (ou luzes negras) são radiações de ondas longas, cujo comprimento varia de 400 a 320 nanômetros. As radiações UVBs são ondas médias, com comprimento de onda entre 320 e 280 nanômetros, e as UVCs são ondas pequenas, com comprimento em volta de 280 e 100 nanômetros.

As luzes negras são radiações UVAs cujo comprimento de onda ronda entre 380 e 420 nanômetros. Nas lâmpadas onde ocorre a radiação UVA, diferente das lâmpadas convencionais, não existe um revestimento interno de fósforo, ou seja, a radiação passa direto pela lâmpada. É muito utilizado na captura de insetos, a fim de eletrocutá-los.